quinta-feira, 24 de abril de 2008

Jesus, a verdadeira videira...

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:

1"Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim. 5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos".

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Dia de São Jorge

Com alegria, hoje, lembramos de modo especial de São Jorge, que é um grande santo, desde o século IV é venerado e invocado como o grande mártir. Sobre este popular santo, contou-se muitas estórias e lendas, mas temos a certeza de que ele foi militar.

No ano 300, Jorge era um soldado do Império de Diocleciano, mas a partir do encontro pessoal com Cristo passou a se posicionar apenas sob o comando de Jesus. Verdadeiro guerreiro da fé, não só empunhou armas, agora espirituais, mas venceu contra satanás terríveis batalhas, por isso, sua imagem mais conhecida é a dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão.

Diante de sua marcante conversão e frutos do seu Batismo, São Jorge foi acusado como cristão, o que na época era motivo de injúrias e, depois de muito sofrer, teve seu pescoço cortado. Cultuado no Egito, São Jorge, com seu testemunho, nos convida a seguirmos a Jesus sem renunciar ao bom combate.

São Jorge, rogai por nós!

terça-feira, 22 de abril de 2008

A paz é o dom que contém todos os outros

Todos nós precisamos e devemos ser portadores e construtores da paz. No ambiente em que estivermos, espalhemos a paz que vem de Jesus, que é diferente da paz que o mundo nos dá, como Ele mesmo nos diz hoje:

"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração" (Jo 14, 27).

A paz que vem de Jesus nasce de um amor mais forte que a morte, porque Ele morreu e ressuscitou. Jesus é a nossa paz.Mesmo em meio às adversidades, o nosso coração deve se conservar em paz, porque o Senhor está conosco. Acolhamos hoje esta palavra de ordem que Jesus, o Príncipe da Paz, nos dá:

"Não se perturbe nem se intimide o vosso coração" (Jo 14,27b).

Permaneçamos em comunhão com Jesus, e a paz será nossa companheira inseparável. Deus nos abençoe neste dia de hoje e conceda-nos a sua paz em plenitude.

Fonte: C.n.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

O milagre da oração

Durante a guerra da Coréia, um soldado americano foi gravemente ferido no campo de batalha. Seus companheiros mais próximos se encontravam a cerca de 10 metros de distância, escondidos numa gruta no meio da mata.

Enquanto o fogo do inimigo arrasava a selva, os soldados discutiam o que deviam fazer. O fogo era intenso e o resgate do colega parecia impossível. Eles sabiam que o outro estava vivo, pois escutavam-no clamar por ajuda. No meio do desespero, um dos soldados começou a olhar seu relógio. Parecia hipnotizado olhando para o cronômetro. Seus companheiros o observavam e começaram a perguntar o que estava acontecendo.

No entanto, esse soldado não deixava de olhar seu relógio e permanecia em silêncio. De repente, ele saiu da gruta e se arrastou até onde estava o companheiro ferido. Agarrou-lhe pelo uniforme e lentamente o foi arrastando até a gruta; tudo isso sob intenso ataque do inimigo. Surpreendentemente, ambos conseguiram chegar até o local onde se encontravam os demais, sem serem feridos por nenhum projétil. Quando o ataque cessou, perguntaram ao soldado herói:

- Por que olhavas teu relógio?

E aquele soldado respondeu:

- Minha mãe me disse que oraria por mim todos os dias, no mesmo horário. De acordo com o meu relógio, saí da gruta exatamente quando minha mãe estaria começando a orar por mim.

Esse é o valor que devemos dar à oração. Confiança total de que Deus ouve nossas preces e nos atende.

"Em verdade vos digo: se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta montanha: 'Transporta-te daqui para lá', e ela irá, e nada vos será impossível..." (Mateus 17, 20).

domingo, 20 de abril de 2008

Liturgia 20/04/2008

V Domingo da Páscoa - Ano A
Eu sou o caminho, a verdade e a vida, diz o Senhor;
ninguém vai ao Pai senão por mim

A liturgia deste V Domingo da Páscoa convida-nos a refletir sobre a Igreja - a comunidade que nasce de Jesus e cujos membros continuam o “caminho” de Jesus, dando testemunho do projeto de Deus no mundo, na entrega a Deus e no amor aos homens.

A primeira leitura apresenta-nos alguns traços que caracterizam a “família de Deus” (Igreja): é uma comunidade santa, embora formada por homens pecadores; é uma comunidade estruturada hierarquicamente, mas onde o serviço da autoridade é exercido no diálogo com os irmãos; é uma comunidade de servidores, que recebem dons de Deus e que põem esses dons ao serviço dos irmãos; e é uma comunidade animada pelo Espírito, que vive do Espírito e que recebe do Espírito a força de ser testemunha de Jesus na história.

A segunda leitura também se refere à Igreja: chama-lhe “templo espiritual”, do qual Cristo é a “pedra angular” e os cristãos “pedras vivas”. Essa Igreja é formada por um “povo sacerdotal”, cuja missão é oferecer a Deus o verdadeiro culto: uma vida vivida na obediência aos planos do Pai e no amor incondicional aos irmãos.

O Evangelho define a Igreja: é a comunidade dos discípulos que seguem o “caminho” de Jesus - “caminho” de obediência ao Pai e de dom da vida aos irmãos. Os que acolhem esta proposta e aceitam viver nesta dinâmica tornam-se Homens Novos, que possuem a vida em plenitude e que integram a família de Deus - a família do Pai, do Filho e do Espírito.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Uma nova visão

"Meus ouvidos tinham escutado falar de ti, mas a gora meus olhos te viram."( Jó 42,5)

Quando meu filho mais velho tinha sete anos de idade, sua professora nos informou que ele estava tendo dificuldade para enxergar o quadro. Ela sugeriu que o levássemos ao oftalmologista. Após o exame de vista, encomendamos seus óculos. Mais tarde, o pegamos e voltamos para casa por um caminho bastante familiar. Meu filho estava usando seus novos óculos quando olhou para cima e viu um enorme cartaz.

-"Puxa!" - exclamou ele - ."Eu não sabia que este cartaz estava aqui!".

Nós não tínhamos idéia do quanto ele precisava dos óculos. No aspecto espiritual, é como se Cristo dissesse a cada um de nós: "Você precisa de lentes corretivas para seu coração, para que consiga Me enxergar em sua vida diária".

Meu filho passou a ver coisas que tinham estado a sua volta o tempo todo, embora não estivesse consciente delas. Pela graça de Deus, quando rezamos, Cristo nos dá a visão para enxergá-Lo nos outros e em nós mesmos. Ao permitirmos que Ele corrija nossa visão, nós também podemos dizer: - "Puxa! Eu não sabia que o amor, o perdão e a graça de Deus estavam em minha vida todo esse tempo! Mas agora vejo isso perfeitamente!"

Precisamos deixar que Jesus retire todas as escamas do pecado, da angustia, da escuridão de nossos olhos e assim enxergar os Milagres que somente Ele realiza em nossa vida.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Prova de maturidade espiritual...

Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. Mateus 5:44
Coisa difícil nos pede o Senhor, não é verdade? Não somente amar nossos inimigos, mas orar por eles!


Parece que certas pessoas existem somente para irritar e maltratar nossos nervos. Estão constantemente nos incomodando! Mesmo assim, Jesus nos pede que as amemos e oremos por elas.

Certos fatos desagradáveis que precisamos encarar vez ou outra são como um campo de provas em que nossa maturidade e forças espirituais são testadas. Como agiremos? Qual será nossa reação?

Que coisa, meu Deus! Amar os inimigos e ainda orar por eles! Fazer isso não é nada fácil! E tem mais: “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber” (Rm 12:20). Que tal?

A oração, o perdão e o amor para com aqueles que por um ou outro motivo não nos apreciam correspondem ao desejo de Deus de amar e perdoar todas as pessoas. Veja o exemplo de Estêvão orando pelos seus inimigos e perdoando-lhes, mesmo sob a “chuva” de pedras que lhe tirou a vida.

A verdade é que se quem vive esse lado sublime do cristianismo experimenta um dos mais belos e gratificantes aspectos da vida cristã.

Segundo Mateus 5:44, essa maneira de orar só é possível para quem nasceu do Espírito Santo e vive em contato diário com Ele. “É, porém, unicamente o Espírito de Deus que dá amor em troca de ódio. Ser bondoso para o ingrato e mau, fazer o bem sem esperar retribuição, é a insígnia da realeza celeste, o sinal certo pelo qual os filhos do Altíssimo revelam sua elevada condição” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 75). Nada pode substituir esses princípios divinos. Verdadeiramente, quem não esmagar o próprio eu e não aniquilar o orgulho, jamais terá condições de perdoar e amar os inimigos.

A oração que parte de um coração sincero e íntegro, abrandado pela presença do Espírito Santo na vida, é uma prova de nossa filiação divina, pois o verso 45 diz:
“Para que vos torneis filhos de vosso Pai celeste.”


Que Deus nos abençoe!