quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Deixe Jesus entrar em sua vida

"A esperança cristã é a espera certa da felicidade eterna"

(Santo Tomás de Aquino).


Esta é a ordem de Jesus: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”. Assim como temos de viver este mandamento de Jesus, que é “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, temos de realizar essa ordem do Senor. Temos de levar a Palavra a toda pessoa humana, sem exceção. Às vezes achamos que essa ou aquela pessoa – como uma prostituta, um drogado, um favelado, um rico... – não vai se deixar tocar por Deus; não vai se converter. Criamos de antemão dificuldades e julgamentos.

Quem nos disse que este merece a salvação e aquele não?

Da mesma forma, muitas vezes, pensamos que as pessoas precisam deixar de fazer coisas más para depois se aproximarem de Deus. Mas o que ocorre é o contrário: é preciso encontrar-se com Deus para então abandonar o pecado. Foi o que aconteceu com São Paulo, com Maria Madalena, Zaqueu e com tantos outros santos, conhecidos ou não.

Seja você quem for, seja qual for seu problema, se Jesus entrar em sua vida, ela será toda mudada. Ele não o acusa, como não o fez com ninguém retratado no Evangelho, mas o chama de volta. Entregue sua vida a Ele agora.


Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

Fonte: C.N.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Amar, mas na dose certa...

O amor real promove, não aprisiona
O amor é um bem em si mesmo, mas, pode tornar-se prejudicial se o mesmo acontecer de maneira desordenada.
Amar é uma possibilidade confiada a todo ser humano. E é certo que todos amam algo na vida: uns amam coisas ruins e destrutivas, outros realidades boas, alguns amam aprisionando, outros tornando livre o ser.
O amor, quando ausente de tempero “na medida certa” angustía e faz sofrer.
Todo amor precisa concentrar em si a capacidade de decidir sempre pelo bem, mesmo quando esse não se constituí como a opção mais cômoda e agradável.
O amor maduro compreende que é preciso se doar aos poucos, pois afeto em excesso sufoca e não atraí sobre si o devido respeito.
Para amar bem é preciso começar em si. Quem não se respeita e não tem sensibilidade para compreender os próprios limites, não poderá respeitar e compreender o outro.
Quem não respeita o espaço de seus sagrados silêncios, confiando-os a outros, terá demasiada dificuldade para definir sua própria identidade.
O amor, para ser leal, precisa respeitar os limites que compreendem os espaços onde o coração descansa sem se conceituar.
O amor só é concreto quando antes de nos doarmos aos outros, conseguimos compreender e definir claramente nossa própria identidade.
Quem abre mão do que é para agradar a outros vive em profunda “alienação”.
Quem não se assume em sua singularidade, naquilo que gosta e que não gosta, não poderá amar com qualidade.
Aquele que se desprende da própria dignidade e personalidade, vive toda a vida “representando para ser aceito”.
Só podemos ser amados sinceramente quando assumimos, e somos assumidos integralmente em nossa verdade, naquilo que realmente somos.
Amor sem pessoalidade, sem respeitar e ser respeitado, é um amor destemperado.
Amar, sem tornar o outro cada vez mais livre, é uma maneira de camuflar um egoísmo que busca se afirmar a custa de um outro coração.
O amor real promove, não aprisiona.
O amor se faz perceber em uma relação, onde, cada vez mais, nos tornamos abertos a outras pessoas e não fechados naqueles que amamos.
O perfeito amor nos lança para frente, para o relacionamento com outras pessoas, e não nos reduz em nossa capacidade relacional.
Nas paginas do nosso coração o conceito de amor não pode se confundir com o de posse... pois, a liberdade é pressuposto essencial na relação onde o amor resolve fazer sua morada.
O amor fechado está destemperado, e com certeza ocasionará diversos dissabores.
Amar da maneira certa dá trabalho, mais, com certeza “vale a pena”. Quando o ser ama realiza o que é, realizando-se enquanto ser.
Amar com têmpero e na dose certa, faz um bem enorme e dá mais qualidade ao viver.
Precisamos compreender que todos somos capazes de amar e sermos amados. Quando no coração existe disposição, o amor firma seus passos e constrói sua própria estrada, trazendo um novo sabor a todas as coisas.
Não tenha medo de trilhar tal caminho, onde perdas ensinam e escolhas formam, e permita que o amor ensine, retirando os excessos, a força de seu dom.

Fonte: C.N.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

DNJ parou a Estação Ferroviária da Leopoldina...

Neste domingo, 28 de outubro, às 9h da manhã, mais de 600 jovens desembarcaram na antiga Estação Ferroviária da Leopoldina (Centro-RJ), em um momento de grande evangelização, no DNJ - Dia Nacional da Juventude, este ano com o tema: "É MISSÃO DE TODOS NÓS: DEUS NOS CHAMA EU QUERO OUVIR A TUA VOZ".

Este é um evento realizado anualmente pelas Arquidioceses, reunindo jovens de todos os Vicariatos.


O dia foi cheio, e a programação começou com a carreata de Nossa Senhora da Penha e saudação à santa.

As apresentações teatrais arrebentaram e a Banda Bom Pastor deu um show, levantando todo o público jovem presente.

Ao meio dia (12h), Pe. Nelson celebrou a Santa Missa, derramando benção aos jovens.


Pe. Gleuson parou o evento com a poderosa Adoração ao Santíssimo. Suas palavras tocaram e emocionaram a todos, proporcionando um momento de reflexão para os jovens, sobre suas escolhas e decisões de acordo com os planos de Deus. Ao término da Adoração, Pe. Gleuson caminhou com o Santíssimo, numa linda procissão, entre os Jovens.

O DNJ também convocou o jovem, a refletir à luz do evangelho, as questões que enfrentamos hoje relacionadas a violência, ao aborto, a desobediência e o comprometimento dos jovens no lado religioso.

"JUVENTUDE: VEM e SEGUE-ME"...Essa foi a mensagem que o DNJ deixou para que os Jovens pudessem refletir e decidir sua caminhada junto ao Senhor Jesus.

BREVE HISTÓRICO
Tudo começou quando a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou o ano de 1985, o Ano Internacional da Juventude. Como gesto concreto a Pastoral da Juventude do Brasil assumiu a celebração do dia. Em 1986 aconteceu o primeiro DNJ que teve como tema Juventude e Terra e o lema Construindo a Terra Prometida. Desde então, o DNJ acontece no último final de semana de outubro. Esse dia é marcado por manifestação de milhares de jovens em todo país, para celebrar como Igreja a vida da juventude, o momento de revermos nossa caminhada e a reflexão de idéias para a construção da civilização do amor.

Por Danielle Cristine

domingo, 28 de outubro de 2007

Liturgia 28/10/2007

XXX Domingo do Tempo Comum - Ano C

Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo

e confiou-nos a palavra da reconciliação


A Palavra que a liturgia deste XXX Domingo do Tempo Comum ensina-nos que Deus tem um “fraco” pelos humildes e pelos pobres, pelos marginalizados; e que são estes, no seu despojamento, na sua humildade, na sua finitude (e até no seu pecado), que estão mais perto da salvação, pois são os mais disponíveis para acolher o dom de Deus.


A primeira leitura
define Deus como um “juiz justo”, que não se deixa subornar pelas ofertas desses poderosos que praticam injustiças na comunidade; em contrapartida, esse Deus justo ama os humildes e escuta as suas súplicas.


O Evangelho
define a atitude correta que o crente deve assumir diante de Deus. Recusa a atitude dos orgulhosos e auto-suficientes, convencidos de que a salvação é o resultado natural dos seus méritos; e propõe a atitude humilde de um pecador, que se apresenta diante de Deus de mãos vazias, mas disposto a acolher o dom de Deus. É essa atitude de “pobre” que Lucas propõe aos crentes do seu tempo e de todos os tempos.


Na segunda leitura,
temos um convite a viver o caminho cristão com entusiasmo, com entrega, com ânimo - a exemplo de Paulo. A leitura foge, um pouco, ao tema geral deste domingo; contudo, podemos dizer que Paulo foi um bom exemplo dessa atitude que o Evangelho propõe: ele confiou, não nos seus méritos, mas na misericórdia de Deus, que justifica e salva todos os homens que a acolhem.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Por que rezar sempre é muito difícil?

São Padre Pio de Pietrelcina ensina que quem reza muito se salva; adverte que quem reza pouco está em perigo e vocivera que quem não reza se perde.
São indicações mostrando que a vida de oração é uma terrível batalha e, de fato, o mesmo ensina o Catecismo da Igreja Católica. Oração é batalha espiritual!
Para quem enfrenta dificuldades é de grande valia buscar ajuda, conversando com alguém, para se comprometer com mais força, jamais se deixar ser confundido com a ausência de emoções, e seguir duas regras de ouro, entre tantas: rezar mesmo sem ter vontade alguma e compreender que quanto menos rezamos, menos temos vontade de rezar.
Jamais pare na dificuldade! Ela é apenas sinal da batalha!

Seu irmão,
Ricardo Sá

Fonte: C.N.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Será que eu sei amar!?

Sabe demonstrar amor quem se aplica a descobrir o que o outro precisa para se sentir amado.

Mais importante do que amar é fazer com que o outro experimente este amor. Isto significa que - para que o amor aconteça - a gente não ama com o amor que a gente tem; amamos com o amor que faz o outro ser amado. É por isso que ninguém é igual e, que cada amor é uma exclusividade!


Fonte: C.N.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

A Palavra de Deus mudou minha vida!

Posso lhe dizer que foi a Palavra de Deus que mudou a minha vida. Olhando para minha história percebo o quanto ela já fez em mim. Foi a partir do meu Batismo no Espírito Santo que comecei a ter gosto por ela. Eu a comi, a mastiguei, a digeri e a ruminei como um alimento. A minha vida de oração ganhou “sabor e conteúdo”; minha pregação mudou; tornei-me ousado nas coisas de Deus. E os efeitos começaram a contagiar outras pessoas. Hoje ela [Palavra de Deus] é como o sangue em minhas veias. Está aí a Canção Nova: a TV, a Rádio, a Internet, a Comunidade, os acampamentos... Maravilhas do Senhor têm acontecido na vida de milhares de pessoas no Brasil e em outros países. Tudo por causa da força da Palavra Deus.

Sei que posso dizer para aqueles que têm me ouvido – como afirmou São Paulo aos coríntios: “Tornai-vos meus imitadores, como eu sou de Cristo” (1 Coríntios 11,1). Digo sinceramente a você: tenho sido incansável!
O que seria da Canção Nova se ela não tivesse sido edificada sobre a rocha (cf. Mateus 7,24) que é a Palavra de Deus? Posso afirmar: muitas chuvas e ventos nos sacudiram... Mas nós resistimos!

Por isso, peço para você a mesma graça que temos vivido: o Batismo no Espírito Santo. E desejo e peço que você também descubra o tesouro que é a Palavra de Deus, e nela construa a sua casa.

Na certeza de quem experimentou as promessas do Senhor e deseja que elas se concretizem em sua vida também!

Seu irmão,


Monsenhor Jonas Abib
Fonte: C.N.