quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Castidade

Para se viver uma vida casta é necessário
a aprendizagem do domínio de si

O sexo tem um sentido muito profundo; é o instrumento da expressão do amor conjugal e da procriação. Toda vez que o sexo é usado antes ou fora do casamento, de qualquer forma que seja, peca-se contra a castidade.

A castidade é uma virtude moral. É também um dom de Deus, uma graça, um fruto da obra espiritual. O Espírito Santo concede o dom de imitar a pureza de Cristo àquele que foi regenerado pela água do Batismo (Catecismo da Igreja Católica - CIC §2345).

"E todo aquele que n'Ele tem esta esperança, se torna puro como Ele é puro" (1Jo 3,3). A castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade do homem em seu ser corporal.

Para se viver uma vida casta é necessário a aprendizagem do domínio de si; ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz.

Santo Agostinho disse que: "A dignidade do homem exige que ele possa agir de acordo com uma opção consciente e livre, isto é, movido e levado por convicção pessoal e não por força de um impulso interno cego ou debaixo de mera coação externa. O homem consegue esta dignidade quando, libertado de todo cativeiro das paixões, caminha para o seu fim pela escolha livre do bem e procura eficazmente os meios aptos com diligente aplicação".

Para se viver segundo a castidade é preciso resistir às tentações por meio dos meios que a Igreja nos ensina: fugir das tentações, obedecer aos mandamentos, viver uma vida sacramental, especialmente freqüentando sempre a Confissão e a Comunhão, e viver uma vida de oração. Muito nos ajuda nisso a reza do santo Rosário de Nossa Senhora e a devoção e auxílio dos santos.

Santo Agostinho disse que: "A castidade nos recompõe, reconduzindo-nos a esta unidade que tínhamos perdido quando nos dispersamos na multiplicidade". A Virtude da castidade é comandada pela virtude cardeal da temperança, que faz depender da razão as paixões e os apetites da sensibilidade humana. O homem que vive entregue às paixões da carne, na verdade vive de "cabeça para baixo"; sua escala de valores é invertida; torna-se fraco. Não é mais um homem; mas sim uma caricatura de homem.

Infelizmente, a sociedade hoje ensina os jovens a darem vazão e satisfação a todos os baixos instintos; essa “educação” é uma forma de animalizar o ser humano, pois coloca os seus instintos acima de sua razão e de sua espiritualidade.

O domínio de si mesmo é fundamental para a pessoa ser capaz de doar-se aos outros. A castidade torna aquele que a pratica apto para amar o próximo e ser uma testemunha do amor de Deus. Quem não luta para ter o domínio de si mesmo é um egoísta, não é capaz de amar. Por isso, a castidade é escola de caridade. A Igreja ensina que: “Todo batizado é chamado à castidade. O cristão “se vestiu de Cristo”, modelo de toda castidade. Todos os fiéis de Cristo são chamados a levar uma vida casta segundo o estado específico de vida de cada um. No momento do Batismo, o cristão se comprometeu a viver sua afetividade na castidade”.

Santo Ambrósio ensinava que: “As pessoas casadas são convidadas a viver a castidade conjugal; os outros a praticam a castidade na continência; isto significa viver a vida sexual apenas com o seu cônjuge. Existem três formas da virtude da castidade: a primeira, dos esposos; a segunda, da viuvez; a terceira, da virgindade. Nós não louvamos uma delas excluindo as outras. Nisso a disciplina da Igreja é rica”.

Também os noivos são chamados a viver em castidade. A vida sexual só deve ser vivida após o casamento, pois só então o casal se pertence mutuamente, e para sempre, com um compromisso de vida assumido um com o outro para sempre.

"Os noivos são convidados a viver a castidade na continência. Nessa provação eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus. Reservarão para o tempo do casamento as manifestações de ternura específicas do amor conjugal. Ajudar-se-ão mutuamente a crescer na castidade".

Fonte: C.n.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

A vitória vem após a luta

''Em meio a muitas perseguições, isso corresponde a muitas provações. Onde há muitas coroas de vitória, deve ter havido muitas lutas. Portanto, é bom para você que haja muitos perseguidores, pois entre muitas perseguições mais facilmente encontrarás o modo de seres coroado''.

Sem luta não pode haver vitória. Este mundo é um campo de batalha e nós precisamos nos encher do Espírito Santo para enfrentá-lo porque: ''É preciso que passemos por muitos sofrimentos, para entrar no reino de Deus'' (At 14,22).

Todos os que querem levar uma vida fervorosa em Cristo Jesus serão perseguidos.

Olhemos para Jesus, que suportou por amor a nós os tormentos da perseguição, a ponto de dar a vida.

Fonte: C.n.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Ecos da vida

Uma mãe levou o filho pequeno ao fundo de um vale, e disse:

- Filho, hoje mostrarei à você o poder de nossas palavras.

Grite as palavras:

-'Eu te odeio'!

De repente, ele ouviu o som assustador de "EU TE ODEIO, Eu Te Odeio, Eu Te Odeio!" ecoando pelo vale.

Ela voltou-se para o filho e pediu:

- Agora grite as palavras Filho: 'Eu Te Amo' o mais alto que puder.

Ele gritou com todas as forças: "EU TE AMO!" De repente, ouviu: "Eu TE AMO, Eu Te Amo, Eu Te Amo!" ecoando ao seu redor.

Naquele instante a mamãe mansamente disse ao filho:

- Meu querido...Olhe dentro de um lago e veja um espelho de água refletindo sua imagem. Ame outra alma e seu amor se refletirá de volta para você.

Filhinhos queridos...transborde ecos de amorr...de palavras de bênçãos, e evangelizeeeeeeeeeeee!!!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

É preciso saber calar, saber falar e não julgar

Seguindo o caminho dos santos, ensina-nos João XXIII:

"Para imprimir simplicidade a tudo o que fazemos é importante que desejemos a virtude da prudência, a virtude dos diplomatas.

A facilidade das palavras leva com freqüência à exuberância nas manifestações verbais.
Cuidado! Saber calar, saber falar com medida, saber abster-se de não julgar as pessoas e tendências, e não fazê-lo, a não ser quando lhe é imposto por seus superiores ou por interesses mais graves. Em tudo isto, é preferível fazer de menos do que de mais, temendo dizer demasiado. Devemos vigiar especialmente a guarda da caridade.

Com este alerta, poderemos tomar mais cuidado nas conversas, que devem caracterizar-se pela ausência de todo o juízo temerário e de toda a falta de respeito à dignidade de quem quer que seja. Mesmo à custa de nossas mortificações íntimas e de nossas humilhações, devemos querer a todo o custo conseguir isto. É uma decisão pessoal de cada dia".

A bondade de Deus nos sustenta!

Fonte: C.n.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Liturgia 27/01/2008

III Domingo do Tempo Comum - Ano A
Jesus proclamava o Evangelho do reino
e curava todas as doenças entre o povo

A liturgia deste III Domingo do Tempo Comum apresenta-nos o projeto de salvação e de vida plena que Deus tem para oferecer ao mundo e aos homens: o projeto do “Reino”.

Na primeira leitura, o profeta/poeta Isaías anuncia uma luz que Deus irá fazer brilhar por cima das montanhas da Galiléia e que porá fim às trevas que submergem todos aqueles que estão prisioneiros da morte, da injustiça, do sofrimento, do desespero.

A segunda leitura apresenta as vicissitudes de uma comunidade de discípulos, que esqueceram Jesus e a sua proposta. Paulo, o apóstolo, exorta-os veementemente a redescobrirem os fundamentos da sua fé e dos compromissos assumidos no batismo.

O Evangelho descreve a realização da promessa profética: Jesus é a luz que começa a brilhar na Galiléia e propõe aos homens de toda a terra a Boa Nova da chegada do “Reino”. Ao apelo de Jesus, respondem os discípulos: eles serão os primeiros destinatários da proposta e as testemunhas encarregadas de levar o “Reino” a toda a terra.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

O amor de Deus transforma tudo

Dentro de todo ser humano existe uma sede enorme de Deus, mesmo aquele que nem imagina que Deus existe. Dentro do nosso coração e no mais íntimo do nosso ser há um clamor por um encontro pessoal com Jesus.

Digo-lhe com convicção: o nosso Deus é o Deus da experiência; é preciso fazer uma experiência do amor de Deus. Enquanto não nos encontrarmos pessoalmente com Jesus a nossa vida não terá um sentido verdadeiro. Poderemos até dizer que somos felizes, mas no mais íntimo de nós sabemos que falta alguma coisa.

Eu ouvia muito falar de Deus, mas ainda não O havia encontrado. Fiquei viúva muito jovem e isso não foi fácil para mim, mas, foi aí que eu me encontrei com Jesus, com o Senhor, na cruz.

Graças ao meu encontro com Jesus, fui superando o desânimo e a tristeza que haviam tomado a minha alma.
Com o coração novo, encontrei forças, não só para buscar a Deus, mas para anunciá-Lo.
Nos momentos de solidão, era o Senhor que eu buscava na oração. E quando, em meio às atividades, nem rezar eu conseguia, eu permanecia na presença d'Ele.

Esta é a grande graça para a minha e a sua vida: encontrar a cada dia com Jesus, que tem o poder de transformar a nossa vida, no ponto em que ela está.

Rezemos com confiança:

JESUS, EU CONFIO EM VÓS!

Luzia Santiago da C.n.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Onde estivermos, podemos aspirar a excelência da vida


Em tudo aquilo que fazemos e vivemos, onde quer que estejamos, devemos e podemos testemunhar o grande amor de Deus por nós. Lavando e passando roupa, num escritório, no campo, nos mais variados ambientes de trabalho, podemos unir o nosso coração a Jesus, e oferecer todas as coisas ao Senhor, por tantas intenções que temos no coração: Isso é oração. Com certeza. assim tudo ganhará um novo sentido e vamos enxergar a vida com outra ótica. O nosso tempo e o nosso trabalho renderão e produzirão muito mais.

Quando surgirem as dificuldades ao longo do dia, reagiremos de maneira diferente, e junto com o salmista rezaremos:

"Confio em Deus e louvarei sua promessa. É no Senhor que eu confio e nada temo: que poderia contra mim um ser mortal? Devo cumprir, ó Deus, os votos que vos fiz, e vos oferto um sacrifício de louvor" (Sl 55).

Peçamos a Jesus hoje a graça de vivermos este dia com o coração unido ao d'Ele.

Fonte: C.n.